O BLOG DA ERI...
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Passeio pelo Marrocos
Este ano, finalmente, eu fui ao Marrocos com o meu marido. E foi ele quem sugeriu, acreditam? Não fazia parte da minha lista de proridades momentâneas, mas eu topo quase qualquer coisa quando o assunto é viagem.
Fizemos as cidades imperiais (Fez, Marrakech, Rabat e Meknes). Gostei muito, é tudo muito diferente, mas também muito sujo e muito pobre (em alguns lugares), o que não faz com que a gente se apaixone por lá. Não é como Paris, lugar que já tive oportunidade de visitar algumas vezes (paramos lá na volta também), e que, mesmo com cheiro de urina em vários pontos da cidade, continua a ser sempre maravilhosa e a gente até esquece do cheirinho...
Neste texto vou fazer um apanhado geral sobre o país. Depois, tentarei escrever sobre cada cidade visitada.
Uma palavra que sempre será ouvida no Marrocos é Medina. Medina tem dois signficados: cidade e, hoje mais usual, cidade antiga. É o centro antigo, comercial, de cada cidade. Geralmente, não passam carros por ele e há inúmeras lojas, grudadas umas às outras.
Pra variar (ano passado foi a mesma coisa na Turquia), pegamos o Ramadã (mês do jejum dos muçulamanos), o que complicaria um pouco a viagem, caso não estivessemos numa excursão. Alguns restaurantes não abrem nem mesmo durante o almoço. E as mesquitas ficam abarrotdas, principalmente às sextas-feiras à noite.
O povo marroquino é bem simpático e agradável. Mas se você lançar o mais discreto olhar sobre um produto que esteja sendo vendido... Será perseguido até por vários minutos, pois o vendedor achará que você quer realmente comprar e só precisa negociar o preço. Aliás, se você gostar mesmo de algo, negocie. Eu vi uma bolsa (não gostei muito da famosa “marroquinerie”) que era a mais bonita (ou menos feia, rs) de uma loja de artigos de couro. E custava 140 euros. O vendedor me perguntou quanto eu pagaria por ela. E para me livrar dele, disse que se eu a tivesse amado muuuuito (o que, definitivamente, não era o caso), pagaria 50 euros. Aí ele começou: 130, 125, 115, 100 pra fechar! E uns argentinos do meu grupo, achando que eu queria comprá-la, disseram que em Buenos Aires não custaria mais de 70 euros. O que colocou mais energia no vendedor: 90! E não se fala mais nisso! E eu continuava tentando fugir... 85? 80! OK, 70, então, como seus amigos sugeriram. Que sacooooo! Me tira daqui! Comecei a sair da loja, pois não via outra solução. E ele foi atrás de mim, gritando: 50, eu faço por 50! Bom, ele foi dormir frustrado, mas se você tiver interesse em algo, veja que pode passar de 140 para 50 euros em questão de minutos!!!
Comida - ah, esse era um grande problema para a maior parte das pessoas. Basicamente, você tem algumas opções: cuscuz, tajine, cuscuz, tajine, cuscuz... argh! Tem algo além disso? Hmmmm... não muito! No quarto dia você não aguenta mais essa enorme variedade. Além disso, muita gente passa mal com o tempero. Os italianos do nosso grupo foram os mais fracos e os brasileiros os mais resistentes, hehe.Eu só sei que aquele temperinho tem algo de muito bom para o intestino – ainda não descobri o que é, mas funcionou feito um reloginho, coisa que nunca aconteceu antes comigo.
Bom, por hoje paro por aqui. Mas logo trago mais novidades!
Beijo do blog da Eri!
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Curiosidades sobre o beijo
1. Os romanos tinham 3 tipos de beijos: o basium, trocado entre conhecidos; o osculum, dado apenas em amigos íntimos; e o suavium, que era o beijo dos amantes. Os imperadores romanos permitiam que os nobres mais influentes beijassem seus lábios, enquanto os menos importantes tinham de beijar suas mãos. Os súditos podiam beijar apenas seus pés.
2. Antigamente, na Escócia, o padre beijava os lábios da noiva no final da cerimônia de casamento. Dizia-se que a felicidade conjugal dependia dessa benção em forma de beijo. Depois, na festa, a noiva deveria circular entre os convidados e beijar todos os homens na boca, que em troca lhe davam algum dinheiro.
3. Na Rússia, uma das mais altas formas de reconhecimento oficial era um beijo do czar. No século XV, os nobres franceses podiam beijar qualquer mulher que quisessem.
4. Na Itália, entretanto, se um homem beijasse uma donzela em público naquela época era obrigado a se casar com ela imediatamente.
5. Beijo francês é aquele em que as línguas se entrelaçam. A expressão foi criada por volta de 1920.
6. Na linguagem dos esquimós, a palavra que designa beijar é a mesma que serve para dizer cheirar. Por isso, no chamado “beijo de esquimó″, eles esfregam os narizes.
7. Em 1909, um grupo de americanos que consideravam o contato dos lábios prejudicial à saúde criou a Liga Antibeijo.
8. Boatos no final do século XIX atribuíam à estátua do soldado italiano Guidarello Guidarelli, obra do século XVI assinada por Tullio Lombardo, o poder de arranjar casamentos fabulosos a todas as mulheres que a beijassem. Desde então, mais de 7 milhões de bocas já tocaram a escultura em Veneza.
9. Por causa do chefe de polícia de Tóquio, que achava o ato de beijar sujo e indecoroso, foram apagados dos filmes norte-americanos mais de 243.840 metros de cenas de beijos.
10. Oliver Cromwell, no século XVII, proibiu que fossem dados beijos aos domingos na Inglaterra. Os infratores eram condenados à prisão.
Beijo do Blog da Eri
domingo, 31 de maio de 2009
Picolé de Daniel Craig

quinta-feira, 21 de maio de 2009
NOVIDADE NA ÁREA FINANCEIRA: RODANDO A BOLSA!!! (UI!)
Depois de prometer que este ano eu escreveria mais e não ter escrito quase nada, volto com uma novidade que promete na área finaneira: o Rodando a Bolsa! http://rodandoabolsa.com
Os donos do site objetivam desvendar alguns mistérios da educação financeria, trazendo informações muito úteis de modo simplista - sem usar aquelas palavras difíceis utilizadas pelos grandes economistas -, fazendo com que nós, simples mortais, consigamos entender um pouco mais sobre "dindin".
Associem-se, acompanhem e deixem seus comentários.
Deixo aqui, o primeiro artigo publicado no site, escrito por Tony Walker (no mundo financeiro, todo mundo tem um apelido "engraçadinho"...):
Diga-me com quem andas que eu te direi o quanto gastas!
Bem, a frase original é “diga-me com quem andas, que te direi quem tu és”, mas esta nova com certeza terá tanto sentido quanto tem a original.
Estou falando de gastos. Gastos variáveis, aqueles que não necessariamente somos obrigados a pagar como aluguel, prestação, condomínio, etc. Para ser específico, estou falando de gastos com CONSUMO.
Vivemos hoje em uma sociedade consumista. Uma sociedade bombardeada por propagandas de produtos que envolvem os mais diversos benefícios, facilidades e características do tipo “como você conseguiu viver sem isso antes”? Tudo isso é voltado para que o seu cartão de crédito passe o menor tempo possível dentro da sua carteira, lugar quentinho e aconchegante...
Mas nem sempre a nossa vida é um mar de rosas que nos permite usufruir de todos esses benefícios da vida moderna. Assim como os gastos com consumo são variáveis, temos períodos que nossa saúde financeira também é. Todos nós já passamos por períodos onde a saída de capital é menor do que a entrada e precisamos dar uma “puxada no freio de mão”, em rever os gastos, em suma, controlar nossas despesas.
E é difícil fazer isso em nossa sociedade consumista. Vira e mexe seu amigo lhe apresenta aquele celular novo, um novo serviço de TV a cabo, enfim, aquela coisa que te convida ao “impulso” de começar a poupar no mês seguinte, igual acontece quando adiamos a nossa dieta. Ou até mesmo aquele convite para o “chopinho”, onde você vai com a idéia fixa de tomar apenas uma cerveja, mas acaba bebendo, pedindo porções e ao final do encontro, lá se foram mais calorias para engordar o extrato do seu cartão de crédito.
Veja bem: o intuito desse artigo não é que você desligue sua TV, tranque as portas e passe a viver como um ermitão, mas apenas pense no seu momento, se você não poderia ter um prazer semelhante com um produto mais em conta, (já que falamos em renda variável, variar o local que você frequenta também pode ser uma boa, não é mesmo?). Discutimos tantas coisas com nossos colegas: futebol, cinema, academia, compras... Por que não discutir sobre saúde financeira? Não precisa ter medo de não ser aceito ou se sentir inferior aos outros por não poder fazer uma regalia momentânea. Lembre-se que nossa vida é cíclica.
Hoje pode ser o seu momento de “estar por baixo”. Amanhã poderá ser o do seu melhor amigo...
sexta-feira, 6 de março de 2009
Será o fim?

domingo, 28 de dezembro de 2008
Promessas de Ano Novo
Não iremos mais acordar tão tarde – assim poderemos aproveitar mais o dia, não comeremos mais tantos doces, emagreceremos X quilos, não faltaremos a compromissos, marcaremos realmente todos aqueles almoços, encontros e visitas que dizemos: “Ah, a gente mora tão pertinho... vamos combinar aquele almoço, né? Sem falta!” – e o ano se passa – apenas 365 chances de fazermos isso – e nunca fazemos. Mas no ano que vem... Tudo vai mesmo ser diferente.
Vamos nos matricular naqueles mil e um cursos que temos vontade, vamos nos matricular na academia (e freqüentá-la pelo menos 3 X por semana – hoje, se vou uma, já me sinto vitoriosa), vamos ler pelo menos um livro por mês, vamos ligar sempre para os amigos, vê-los, vamos fazer o bem, trabalhos voluntários, não vamos mais trabalhar até tão tarde, vamos ter mais tempo para a família e por aí vai.
E, na nossa vã esperança de fazer tudo isso, de sermos perfeitos, acabamos nos frustrando. Muito... Porque nos cobramos demais e, geralmente, fazemos muito menos do que planejamos (Ah, se você não é assim, te dou meus parabéns! Me ensina?) ;)
Mas já que a esperança é a última que morre (na verdade, ela só morre porque nós morremos e não temos mais como senti-la), final do ano seguinte estamos aí novamente, cheios de energia e confiança de que o próximo ano vai ser melhor. E a minha esperança me diz: vai ser mesmo!
Então... Um Feliz-Melhor-2009 a todos vocês!
(Promessa pública de ano novo: vou tentar escrever mais no meu blog)
Beijo cheio de esperança do Blog da Eri
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Barcelona de Gaudí
A Casa Batlló é outro ponto alto. Também é conhecida como A Casa dos Ossos, devido ao formato dos balcões exteriores, que se assemelham a um crânio. Pode-se observar a riqueza de detalhes em cada janela e nas escadas internas, além das ondulações originais do telhado e das varandas.

Pena que este mestre arquitetônico foi atropelado por um bonde, o que interrompeu seu brilhante trabalho pelas mais diversas áreas de Barcelona...Blog da Eri
sábado, 15 de novembro de 2008
iPhone para todos os gostos!





Campeonato em Cingapura dá US$ 1,3 mil a craque de Sudoku

domingo, 9 de novembro de 2008
A Grécia é uma zona!!!
Ao meu lado, havia dois casais italianos que viajavam juntos e uma senhora grega, atrás de mim, começou a me empurrar para eu não deixar o casal passar à minha frente (bem, acho que era isso que ela tentava dizer, rs). Detalhe: eles estavam na minha frente, pois chegaram antes e ela estava tentando ultrapassar todos nós. Aí ela começou a irritar uma moça inglesa que ficou furiosa. Depois olhou para mim (ela devia bater na minha cintura, pois os gregos são, em média, realmente baixos) e ficou uns dois minutos falando, falando e falando. Em grego. E eu a deixei botar toda aquela ira pra fora, sentindo mesmo que a vingança é um prato que se come frio. No momento em que ela terminou, olhou para mim esperando uma resposta e eu disse: "I don't speak Greek". Todos riram, pois eu sei que os vinguei também. Coisa chata! Meu amigo disse ainda que os gregos são muito mal-educados. Já vimos isso, não é mesmo?
(este era um pedaço da fila para comprar algo numa das lanchonetes - todas estavam assim; esta era apenas mais isolada que as outras)
sábado, 18 de outubro de 2008
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Circuit-break ou... coffee-break?
Na Bovespa, esse artifício é acionado quando o índice Ibovespa desvaloriza-se em 10%. Neste momento, as negociações são paradas por meia-hora (circuit-break). Esse artifício de segurança volta a funcionar se a queda persistir e alcançar 15% de desvalorização do índice Ibovespa. Aí as negociações são fechadas por uma hora. E o pregão é novamente reaberto (Ah, fala sério, ainda não desistiram? Não seria melhor fechar de vez pelo dia? Aprendi que burrice não é errar, mas insistir no erro...). Então, para finalizar, há um novo limite de baixa de 20%, onde as negociações serão interrompidas até às 16h30. Depois deste período não haverá limite.
As bolsas atingirem perdas de 10% definitivamente não é algo comum. Bem, não era. Nos últimos dias, isto tem acontecido com certa freqüência e, então, os investidores que ficam full-time ligados nos gráficos têm que fazer um break também.
Assim, o circuit-break já está sendo carinhosamente apelidado de coffee-break... Ainda bem que o senso de humor sempre prevalece!
Sudoku Lovers
Eu sempre via a revistinha nas bancas, mas nunca tinha vontade de comprá-la. Até que um dia resolvi adquirir uma, já que sou simplesmente doente por números... Tá, ninguém é perfeito, rs... (ah, eu tô bem longe de qualquer forma de perfeição, podem apostar!).
De qualquer modo, faz cerca de um ano que fiz minha primeira aquisição. E fiquei viciada no "bichinho".
Se você já se cansou do Sudoku fácil, médio, difícil 1, difícil 2, diabólico 1, diábolico 2, pode tentar o killer (hoje, meu favorito), nos níveis: extreme, outrageous e o nunca-consegui-resolver-mas-ainda-não-me-esforecei-muito-para-tal "mind-bending". Gente, esse é de dar arrepios!
Segue dica do melhor link achado na net até o momento: grátis, com lista de níveis por dificuldade! http://www.killersudokuonline.com/ (cliquem no listed by difficulty, é o modo mais fácil de achá-los!)
Paras os loucos por Sudoku terem mais um desafiozinho pela frente... :)
Direto do Blog da Eri
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Em Mykonos...
A moça da recepção disse no melhor sotaque grego que nós devíamos ir até o "rrrédi rrrrufi" (red roof, para os que já se acostumaram com o sotaque) e descer a deliciosa escadaria tortuosa para chegar ao "centrinho". Ainda bem que havia um primeiro red roof, um telhado (cúpula) bem vermelhinho, da primeira igrejinha que avistamos (imagine dar como referência uma cor de cúpula num lugar em que 90% das cúpulas têm a mesma cor?).
Ao chegar à área dos restaurantes, escolhemos um com cara de italiano - estávamos mesmo famintos. E o restaurante já estava meio vazio pois era tarde, cerca de 15h.
Enquanto eu falava com meu marido, vi algo que me deixou boquiaberta e ele não entendeu a minha surpresa, até notar que um pelicano, todo pomposo, caminhava ao nosso lado, como se o corredor fosse coberto por um tapete vermelho, por onde ele desfilava calma e elegantemente.
Nos ignorou por completo, assim como os outros clientes, e seguiu em direção à cozinha. Ficou parado na porta de entrada (as mesas ficavam todas na parte externa) e, como ninguém lhe deu a devida atenção, resolveu entrar. Parou na frente do balcão onde a comida era preparada. Depois de alguns minutos, um garçom saiu do restaurante com um peixe nas mãos (ah, era um showzinho que acontecia algumas vezes por dia, descobrimos depois - um casal de pelicanos era cliente cativo da casa...) e ficou balançando-o, provocando o pobre bichinho (o vivo, é claro!). Nesse momento, os clientes já estavam de pé, lutando por um lugarzinho próximo ao pelicano para poder fotografar o evento. Eu, para variar, filmei tudinho. Vejam no vídeo abaixo.
Enquanto tudo isso acontecia, gatos passeavam por baixo das mesas e um cachorrão apareceu e entrou na cozinha também (dá para ver no vídeo).
E, no final, não podíamos deixar de rir, principalmente quando meu marido me perguntou, ironicamente, com um sorriso malicioso nos lábios: "Cadê a Vigilância Sanitária?". Esse comentário realmente nos rendeu boas risadas...
Blog da Eri
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Amei essa frase!
Luiz Groff - engenheiro aposentado, escritor e enófilo.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Dervish
Em Istambul, pode-se jantar em restaurantes que oferecem apresentações Dervish (Dervixe em português) ao vivo. Claro que não devem ser verdadeiros reflexos da realidade - uma vez que no ritual original busca-se alcançar o êxtase religioso - mas pode-se ver um pouco da dança.
Abaixo, um vídeo curtinho que filmei e também a definição em inglês copiada da Wikipedia.
É interessante ver como o dançarino rodopia sobre um pé e, praticamente, não sai do eixo. Eu ficaria tonta no 2o giro... :) Confesso que fiquei um pouco decepcionada quando vi que não saía disso - como falei, no vídeo há um trecho muito curto, mas ao vivo são 2 músicas - de duração razoável - na seqüência, uma pausa de 20' para descanso e mais outras 2 músicas. Então fica algo meio monótono, mas se você pensar na concentração que o dançarino precisa ter... Chega a ficar emocionante! Principalmente para quem, como eu, curte melodias do gênero.
Espero que gostem!
Beijo da Eri
Darvesh [1] or Dervish ( Arabic and Persian: درویش ), as it is known in European languages, refers to members of Sufi Muslim ascetic religious Tarika, known for their extreme poverty and austerity, similar to mendicant friars, also called fakirs amongst Muslims [1]. Dar in Persian means 'a door', so Darvesh literally means 'the one who goes from door to door' [1]. The term comes from the Persian word Darvīsh [1] (درویش), which usually refers to a mendicant ascetic. This latter word is also used to refer to an unflappable or ascetic temperament (as in the Urdu phrase darwaishana thabiyath for an ascetic temperament); that is, for an attitude that is indifferent to material possessions and the like. As Sufi practitioners, dervishes were known as a source of wisdom, medicine, poetry, enlightenment, and witticisms. For example, Mollah Nasr-ad-Din (Mulla Nasrudin, Hoja Nasrudin) had become a legend in the Near East and the Indian subcontinent, not only among the Muslims.
Religious practice
Many dervishes are mendicant ascetics who have taken the vow of poverty, unlike mullahs. The main reason why they beg is to learn humility, but dervishes are prohibited to beg for their own good. They have to give the collected money to other poor people. Others work in common professions; Egyptian Qadiriyya – known in Turkey as Kadiri – for example, are fishermen. Rifa'iyyah dervishes travelled and spread into North Africa, Turkey, The Balkans, Iran, India, Afghanistan and Tajikistan There are also various dervish groups (Sufi orders), almost all of which trace their origins from various Muslim saints and teachers, especially Ali and Abu Bakr. Various orders and suborders have appeared and disappeared over the centuries. The whirling dance that is proverbially associated with dervishes, is the practice of the Mevlevi Order in Turkey, and is just one of the physical methods used to try to reach religious ecstasy (majdhb, fana). The name "Mevlevi" comes from the Persian poet, Rumi, whose shrine is in Turkey and who was a Dervish himself.
Edifícios franceses abertos à visitação pública
Beijo da Eri
Ce week-end, les Palais de la République, les Châteaux et autres jardins feront le plein de visiteurs à l'occasion des Journées Européennes du Patrimoine. Le thème retenu cette année mêle passé et avenir sous le titre Patrimoine et Création
Leur succès ne s'est jamais démenti depuis 1984. Pour preuve : près de 12 millions de visites ont été effectuées au cours de l’édition 2007.Les Journées européennes du Patrimoine sont peut-être la meilleure preuve de l'attachement profond de nos compatriotes à leurs vieilles pierres et à leur Histoire. Au nom de cet amour, sans doute rassurant, chaque canton, chaque commune entend faire valoir son bâti, au risque parfois d’en faire trop.15.000 sites, 21.000 animations seront disponibles pour le sacro saint rendez-vous du troisième week-end de septembre. Les chiffres parlent d'eux même et l'offre est diverse. Ainsi, les occasions de pénétrer des lieux, privés ou publics, habituellement inaccessibles sont à saisir. Les rendez-vous passionnants ne manqueront pas, d'autant, peut-être, que le thème national choisi cette année entend articuler passé, présent et avenir et mettre en lumière les liens entre Patrimoine et création.
Lieux d'hier, art d'aujourd'huiLes monuments historiques sont fréquemment investis par les artistes actuels. Leurs oeuvres, en entrant en dialogue avec les sites, les éclairent, les commentent et les dévoilent au monde contemporain. L'abbaye de Royaumont dans la Val d'Oise accueille ainsi en ses murs musiciens et danseurs. Ailleurs, les vitraux contemporains de Pierre Soulages s'inscrivent de façon sereine et pérenne dans le volume de Sainte-Foy-de-Conques. Plus polémiques, les Journées donneront aussi le coup d'envoi des travaux de restauration des fameuses Colonnes (Les deux plateaux) de Buren au Palais Royal.L'architecture contemporaine se frotte également aux éléments du patrimoine. Restaurations, réhabilitations, aménagement des abords donnent parfois lieux à de belles réussites, comme à Nîmes, place de la Maison Carrée.D'autres bâtiments se voient détournés de leur fonction première pour devenir des lieux de culture, à l'image des Subsistances de Lyon, d'abord couvent puis caserne avant de devenir École des Beaux Arts et laboratoire de création.Où que soyez sur le territoire, les exemples de ce type sont pléthore et ne demandent qu'à s'animer. A l'heure où l'exposition de Jeff Koons à Versailles déclenche une tempête dans un verre d'eau, une saine curiosité semble le meilleur viatique pour arpenter d'un bon pied les trésors locaux.
Jean-Marc JACOB.(www.lepetitjournal.com) vendredi 19 septembre 2008
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Quando nasce o dia...
Poderia haver espetáculo mais bonito, principalmente quando essa é a vista que se tem enquanto se toma café da manhã?
Que Miku!!!
Ou será que você prefere a inspirada casquinha turca a seguir?Ainda bem que existem essas coisas para darmos boas risadas!!!
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
New York, New York... (desculpem, o título não foi muito criativo...)

Gripadíssima, quando desembarquei fui direto para o hotel e dormi por uma hora, antes de criar forças para ir trabalhar.
Depois desencanei: comprei Tylenol dia e noite, me entupi deles e também me entupi de um bom-humor-sem-fim que só se consegue obter quando se trata Nova York.
Passados cinco dias da viagem, não queria mais voltar ao Brasil. E meu pai insistia para que eu ficasse lá, já que estava cansado de me ver cabisbaixa.
Então uma amiga brasileira que morava na ilha me convidou para ficar em sua casa. Por que não? Iria embora no dia 12 à noite e então resolvi adiar minha passagem para o final de semana seguinte. Isso ocorreu no dia 10.
Como todos os dias eu acordava bem cedinho (antes das 8h) porque adoro aproveitar os dias de uma viagem, resolvi que não precisava mais correr. E naquele dia coloquei o despertador para às 11h. Dorminhoca que só!
Quando acordei, com a maior despreocupação do mundo, fui tomar um banho daqueles que só uma mulher pode entender: mais de meia-hora dedicada apenas ao cabelo, espumas por toda a parte e uma cesta para lavar cheia de roupas íntimas que, até a noite anterior, não tinham mais uso – mas como protelei a viagem, precisaria muito delas.
Uma hora e meia depois, estava pronta para curtir o que veria ao chegar à rua: o dia mais lindo de sol que se possa imaginar.
Fui ao café onde todos os dias comprava um mini-yogurte (daqueles bem americanos, que deveriam conter, no mínimo, 500g), peguei a colher de plástico e saí pelas ruas, feliz da vida, me sentindo superviva.
Após caminhar por umas 3 quadras, cheguei ao Rockfeller Center e, para minha surpresa, ele estava fechado.
Então perguntei ao jovem vendedor de hot-dog o que havia acontecido.
Ele olhou para mim, com certo escárnio, e disse: “está fechado, oras”. Do tipo: você não consegue ver isso, sua imbecil-estúpida-burra-ignorante?
Não feliz, eu continuei: "mas... por quê"?
E ele, quase irritado (talvez irritadíssimo), replicou: “are you kidding”? (fiquei famosa por essa frase que nem por mim havia sido proferida). “The Twin Towers have been destroyed”.
Aí foi minha vez de olhar para ele com cara de quem vê um imbecil-estúpido-burro-ignorante e mudar para aquela cara de “tá tirando uma com a minha cara, é?” – quando um senhor, de aparência deveras honesta, me perguntou: “querida, de onde você está vindo?” (= sua imbecil-estúpida-burra-ignorante, de que planeta você saiu?). Foi quando vi a seriedade nos olhos de ambos. E comecei a olhar ao redor e notar, pelo primeiro instante, que tudo estava diferente.
As ruas estavam lotadas (não me culpem, eu sempre saía às 8h da manhã, não às 12h30, quando todos estariam almoçando e as ruas abarrotadas – hmmm, pleonasmo isso em NY, não?), os orelhões estavam ou vazios, ou com filas quilométricas (porque o primeiro da fila devia estar falando sozinho e os outros achavam que ele havia conseguido se conectar), os luminosos diziam que 14 aviões haviam desaparecido, muito provavelmente seqüestrados e eu, rodando em volta de mim mesma, tentando entender se eu havia mesmo saído da cama ou se aquilo era apenas um sonho ruim.
A única coisa que eu queria era uma linha telefônica que me conectasse à minha família. Mas isso levou ainda outra meia-hora....
(to be continued...) ;-)
terça-feira, 19 de agosto de 2008
As aventuras de Eri fazendo trabalho voluntário
Bom, fomos a um colégio na Zona Sul de São Paulo, onde crianças de algumas creches chegariam para passar o dia conosco.
Como eu amo crianças, a primeira coisa que pensei foi: “o dia vai ser ótimo e vai ser superfácil cuidar dos pequenos”. Ledo engano.
Tudo começou quando os organizadores do evento foram fazer uma apresentação um pouco antes da chegada dos ônibus. Descobri, naquele momento, que havia 600 voluntários para cuidar de 1.200 crianças. Mas... sempre tem um mas... apenas 400 compareceram, então teríamos que cuidar de 3 crianças.
“Ah, quem cuida de duas, cuida de três” – foi o que disse à minha irmã. E ela concordou. Só que não paramos para pensar que não possuíamos uma terceira mão, um terceiro braço.
Quando os ônibus começaram a chegar, os voluntários se amontoaram, disputando as crianças que desciam como se fossem notas de euros, daquelas bem gordas. E eu a minha irmã só olhando, sem saber direito o que fazer.
Neste momento, eu, me achando o mais esperto dos seres humanos, disse a ela: “olha, tem mais ônibus chegando, vamos lá pra trás e já pegamos as primeiras crianças que descerem”. “Ótima idéia, vamos!”.
Ansiosas, paramos em frente aos ônibus e, quando as portas se abriram, pegamos os três primeiros da fila de dois ônibus seguidos. Felicidade total, afinal, nosso primeiro objetivo (que era encontrar nossos pupilos) fora atingido! Vamos lá!
Fomos para o parquinho e ensinei-lhes a ficar na fila de cada brinquedo. Até aí, tudo corria bem. Mas depois um queria voltar para o escorregador, a outra queria ir para a balança e a outra não queria mais brincar. E o que se faz quando você é apenas uma e só tem 2 mãos? A esta altura do campeonato, já tinha perdido a minha irmã de vista.
Depois de algum tempo fazendo inúmeras negociações com eles (acreditem, é muito mais fácil negociar um aumento de salário com o seu chefe!), fomos todos à área de recreação onde havia material para pintura. Pensei: finalmente, vou mantê-los ocupados!
Mas o menino não queria pintar. Viu um jogo de futebol e queria assisti-lo. Então eu fiquei dividida, naquele estilo um olho nas gatas e outro no peixe, sabe?
Nisso encontrei minha irmã e pensei em montar uma força-tarefa. Ela parecia estar lidando melhor com os seus pequenos. Mas era apenas impressão.
Num determinado momento, uma professora veio abraçar meus “filhos-postiços”. E me disse: “Nossa, você pegou os piores!”. E eu: “é mesmo? Eu peguei os primeiros que saíram do ônibus”. E ela continuou: “Então, os piores! Os que já estavam de pé antes de o ônibus estacionar, os mais inquietos, terríveis etc, etc, etc!”. Ai... Meu dia estava apenas começando.
Só sei que foi assim, correndo de um lado para outro, comendo um hot-dog aqui e outro ali, quando eles tinham vontade (pois nem fome eu sentia), que passamos o dia.
Em alguns momentos, um fazia bico, a outra chorava, mas, inacreditavelmente, fui conseguindo administrar a confusão.
E, lá pelas 3 da tarde, ia começar um show em que todos nós ficaríamos sentados. Finalmente!!! Não que eu quisesse me sentar, mas parecia ser um modo bem mais fácil de controlá-los.
Eu só sei que depois de 10 minutos, o pirralho de cinco anos queria me beijar na boca. E as outras diziam: “deixa, tia, deixa”. Só me faltava, além de tudo isso, passar por pedófila – pois ele quase me acertou os lábios!
Descobri (e tenho que confessar que me alegrei) que nessa parte não precisávamos mais ficar lá. Podíamos, se quiséssemos, mas nossos corpos não agüentavam mais. Então saímos à francesa, deixando os posticinhos-rebeldes para trás.
Sentamos num café para tomar algo e não conseguíamos mais nos levantar. Fim do fim-de-semana.
Mas querem saber? Faríamos tudo novamente...
Um lugar "Paratysíaco", rs!
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Mestiço mais charmoso...
(dá para resistir? aiiiii....)
Fico feliz que a mãe dele tenha conseguido tirar esta foto lindíssima, onde já se pode ver que este mesticinho vai dar muuuuuito, mas muuuuuito trabalho... E, se puxar os pais, também vai ser supercriativo! Aguardem-no!
Hiro-lindo-fofo: beijo da tia Eri pra vc!
domingo, 17 de agosto de 2008
E já que estamos falando de carros...

sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Coisas que vemos por aí...
E não é que estávamos em nosso última dia em Buenos Aires e, quando fomos sair do hotel para as últimas voltas e a última compra de alfojores, claro, nossa rua estava interditada?
O que acontecia? Foi quando vimos o set de filmagens montado e a vedete estacionada. No final, fiquei em dúvida sobre quem era a vedete.
Que simpatia se todos os carros tivessem esse sorrisinho, não? E como seriam os carros dos mal-humorados? Assim: ":(" ? E se pudéssemos trocar as frentes de acordo com nosso humor? E usar todos os smileys disponíveis no mundo?
De qualquer modo, estava difícil descobrir de que se tratava aquilo tudo, até que eu - que não sou mesmo nada xereta para esse tipo de coisa (sem sarcasmo) - resolvi perguntar ao cameraman, que me respondeu: "es un comercial de lubricante"...
Bom, sorrisos de carros e lubrificantes à parte, havia outro sorriso na áera: o sorriso da mulherada ao ver o modelo que estava ao redor do carro, de roupas íntimas, brancas, daquele tipo que a fina chuva que caia não ajudava muito, mas se a chuva piorasse... Muito provavelmente os sorrisos se multiplicariam...
Agora, as perguntas que não querem calar:
- alguém viu esse comercial por aí? Nem que seja no youtube, já que não era brasileiro??? :)
- alguém entendeu o que o mocinho semi-nu fazia num comercial de lubrificantes? hehehehe...
- afinal, quem era a vedete?
Coisa mais linda!!!
Fala sério... Alguém já viu loiraço mais gostoso do que esse?
Pois é... Nem eu! Pedi permissão à mãe dele para colocar uma foto aqui no Blog e, além de concedê-la, ela ainda me mandou a foto a ser usada!Quem quer apertar essas bochechas? Vou ver se barganho umas senhas! :)
Beijos
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
River-delivery!

Já pensaram nisso? Morar à beira-rio e, de tempos em tempos (bom, nada impede que seja diariamente também), receber suas encomendas por barco?
E na chuva, então? Eu ia me dar muito mal... Imaginem quando bate aquele desespero, aquela vontade de comer um doce?!?!?!? Sabe daquele tipo que você pega o carro de madrugada e vai até uma loja de conveniência ou um supermercado que funciona 24h e compra a prateleira de chocolates inteira??? (me explicaram que é bem complicado entrar de carro nessa área)
Bom, eu ficaria esperando o tal barco, superansiosa, toda molhada (mesmo que de guarda-chuva) e gritando: 100g de chocolate ao leite, 100g de chocolate branco, não, não, meio-quilo de cada! Ah, sei lá! Multiplica tudo por 7, ou desce o estoque inteiro, pois não posso correr o risco de pegar a próxima chuva...
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Love




